Fonoaudióloga infantil em Porto Alegre
Para que cada criança encontre a sua forma de se comunicar, com mais confiança e autonomia.
Se comunicar vai muito além da fala: é expressar desejos, fazer escolhas, compartilhar experiências e participar das interações. Compreender como cada criança se comunica é o ponto de partida para uma intervenção individualizada, baseada em evidências.
Meu trabalho é promover o desenvolvimento da comunicação e da linguagem com acolhimento, vínculo e parceria com a família, buscando ampliar a autonomia e favorecer avanços significativos para o cotidiano de cada criança.
Áreas de atuação
Atraso de
linguagemTranstornos do neurodesenvolvimento
Transtornos motores de fala
Transtornos de aprendizagem
Formação
Pós-graduação
- Neurocognição e Aprendizagem
- Transtorno do Espectro Autista
- Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para TEA
- Comunicação Alternativa Aumentativa
- Transtornos de Fala
Cursos
- PROMPT
- Multigestos
- DDTC
- Eletroestimulação
- Therapy Taping
Sócia-fundadora do Núcleo
O Núcleo é um centro de intervenção, ensino e pesquisa, onde a prática clínica caminha junto com a formação de profissionais e a produção de conhecimento.
O que as famílias dizem
Avaliações publicadas no Google.
- ★★★★★
“Ótima profissional, super atenciosa, atendeu meu filho, respeitou seus tempos, construiu com ele uma relação de carinho e hoje está tendo alta. Indico pra todo mundo que precisa.”
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- ★★★★★
“(…) amamos o trabalho dela. Tenho 2 filhos autistas e com a intervenção dela, melhoraram muito o processo comunicativo. Além de eles amarem a Carol! Super recomendo!”
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- ★★★★★
“A Carol fez toda a diferença na evolução do meu filho, que é apaixonado por ela. Super competente, com formação diferenciada, além de amorosa, carinhosa e atenciosa. A Carol, realmente, está além da maioria dos profissionais… e já conhecemos muitos.”
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- ★★★★★
“A Carolina é uma excelente profissional. Atenciosa, dedicada, técnica e metódica. Capaz de gerar um vínculo muito bonito com as crianças, e assim, para elas, é um momento divertido e lúdico, enquanto o trabalho acontece. Super recomendo!”
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- ★★★★★
“A Carol é maravilhosa! Teve muita paciência e empatia desde a primeira sessão! É muito prazeroso ver a evolução do meu filho!”
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- ★★★★★
“(…) Sua dedicação, paciência, carinho e profissionalismo fazem toda a diferença no desenvolvimento dele. É visível o quanto você respeita o tempo dele, incentiva cada conquista e acolhe nossa família com tanto cuidado. Recomendo de coração!”
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Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre fonoaudiologia infantil, atraso de fala e desenvolvimento da linguagem.
Existe uma idade certa para procurar a fonoaudióloga?
Não existe idade mínima nem máxima. A fonoaudiologia pode ajudar desde os primeiros meses de vida e segue importante na infância, na adolescência e na vida adulta.
Na comunicação infantil, quanto antes a criança é avaliada, mais cedo a família recebe orientações e a criança recebe apoio. Buscar uma avaliação não significa que existe um problema: é uma forma de acompanhar o desenvolvimento.
É normal uma criança de 2 anos não falar?
Por volta dos 2 anos, espera-se que a criança já fale várias palavras (em geral cerca de 50) e comece a juntar duas palavras. Algumas crianças demoram um pouco mais, mas não é possível saber de antemão quais vão evoluir sozinhas, por isso não vale esperar.
Se aos 2 anos a criança fala poucas palavras, não junta palavras, não aponta, não imita ou parece não entender o que se diz, procure uma avaliação fonoaudiológica e verifique também a audição.
Como a fonoaudiologia ajuda nos transtornos de aprendizagem?
A fonoaudióloga avalia as habilidades que sustentam a leitura e a escrita, como linguagem oral, vocabulário, compreensão, consciência fonológica (perceber e manipular os sons das palavras), memória e atenção.
A partir disso, define estratégias para a criança e orienta a família e a escola. Em dificuldades como a dislexia, o trabalho costuma ser conjunto com outros profissionais, como pediatra, psicopedagoga e neuropsicóloga, quando necessário.
Quais são os marcos do desenvolvimento da fala e da linguagem de 1 a 5 anos?
- 12 meses: balbucia com variação de sons, responde ao nome, dá tchau, aponta e fala de 1 a 3 palavras.
- 18 meses: fala cerca de 10 a 20 palavras ou mais, segue ordens simples como "me dá" e aponta para pedir ou mostrar algo.
- 2 anos: fala cerca de 50 palavras ou mais, começa a juntar duas palavras ("quero água"), nomeia objetos e partes do corpo e entende ordens de dois passos.
- 3 anos: fala frases de 3 ou mais palavras, faz perguntas como "o que é?" e "onde?", e a família entende a maior parte do que ela diz.
- 4 anos: conta pequenas histórias, relata o que aconteceu, faz muitos "por quês" e usa frases mais longas; pessoas de fora da família já entendem a maior parte da fala, ainda com algumas trocas.
- 5 anos: conversa com frases completas, narra fatos em sequência, entende regras de jogos e instruções mais longas, fala de forma bem compreensível e se interessa por letras e sons, o que prepara a alfabetização.
Esses marcos são referências gerais. Se você percebe diferenças ou fica em dúvida, uma avaliação fonoaudiológica traz clareza e orientação.
Meu filho troca letras ao falar. Até quando isso é esperado?
Os sons da fala são adquiridos aos poucos, e as idades abaixo são aproximadas:
- Até 3 anos: p, b, m, n, t, d, c/qu, g, f e v costumam estar presentes, ainda com algumas trocas.
- De 3 a 4 anos: s, z, x (como em "chave"), j e l passam a aparecer com mais frequência.
- De 4 a 5 anos: r (como em "cara"), rr (como em "carro") e lh (como em "filho") vão se estabilizando.
- Até 5 ou 6 anos: encontros como br, pl, tr e gr costumam estar completos.
Aos 3 anos, a maior parte da fala já deve ser entendida por pessoas de fora da família, e aos 4 anos, praticamente toda. Se as trocas continuam além dessas idades, principalmente após os 5 anos, ou se a fala é difícil de entender, vale fazer uma avaliação.
O que é transtorno motor de fala?
Os transtornos motores de fala, como a apraxia de fala na infância e a disartria, afetam o planejamento, a programação ou a execução dos movimentos da fala, sem que a compreensão da linguagem esteja necessariamente comprometida.
Na apraxia de fala na infância, o déficit está no planejamento e na programação motora. Costuma haver erros inconsistentes de sons e sílabas, dificuldade nas transições entre sons, alteração da prosódia (ritmo e entonação) e vocabulário reduzido. O diagnóstico é clínico, a partir da avaliação fonoaudiológica. A intervenção é específica, frequente e baseada em princípios de aprendizagem motora, com técnicas como o PROMPT, e conta com a participação da família.
Como funciona a avaliação fonoaudiológica infantil?
Começa com uma conversa com a família sobre o histórico, a rotina e as demandas. Depois, é realizada a aplicação dos protocolos adequados para idade/demanda da criança e observações clínicas.
Ao final, a família recebe uma devolutiva com o que foi observado, a indicação ou não de acompanhamento e orientações. Se necessário, a criança é encaminhada a outros profissionais.
O uso de telas atrapalha o desenvolvimento da fala?
O uso excessivo de telas, principalmente nos primeiros anos, reduz o tempo de conversa, brincadeira e interação, que são o que mais estimula a linguagem. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda evitar telas antes dos 2 anos. Conversar, cantar, ler e brincar junto continuam sendo as melhores formas de estimular a fala.
Contato
- Telefone e WhatsApp
- (51) 99415-4024
- @fonocarolinalaux
- Endereço
- Rua Coronel Bordini, 830 – Sala 301
Bairro Auxiliadora, Porto Alegre
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